Cada
foco de coronavirús que tem aparecido, ao longo da sua actual disseminação por
todo o mundo, tem sido comparado, pelos peritos em segurança mundial, como se
fosse mais um foco da guerra atómica mundial que se dissemina iniciando, em
cada foco, por uma bomba termonuclear; no entanto, pode ser também comparado,
medicamente, a um cancro altamente invasivo que também se dissemina por novos
focos metastáticos. Os consensos provisórios dos peritos em biossegurança
mundial, referindo-se à actual disseminação do coronavirús, oscilam entre os
valores de 2,6 e 3,8 num máximo de 4 (destruição total do ser humano da face do
planeta) e mínimo de 0 (que não altera a continuidade do ser humano na Terra
nos moldes em que tem vivido). No domínio da segurança laboratorial, os níveis
de biossegurança variam entre 1 e 4; sabe-se que no mundo, apenas existem cerca
de 50 laboratórios com nível 4 de biossegurança - em Portugal o maior nível de
biossegurança conseguido é 3. Os laboratórios com nível 4 de biossegurança
destinam-se, frequentemente, a investigações sobre guerra química e biológica
de natureza militar envolvendo também peritos civis universitários. São,
realmente, pouquíssimos os países que têm laboratórios com nível 4 de
biossegurança; a China inaugurou, no início de 2018, o seu primeiro laboratório
de biossegurança de nível 4 que localizou na cidade de Whuan; rigorosamente, o
foco inicial da actual emergência pandémica por coronavirús ocorreu,
precisamente, nesta cidade chinesa de Wuhan a cerca de 30 Km de distância deste
laboratório nacional de biossegurança de nível 4. Nas matérias relacionadas com
a investigação em guerra química e biológica o secretismo, mas também, a
espionagem internacional são muito valorizadas; suspeita-se que a China obteve o
coronavírus, por contrabando, a partir da Universidade de Manitoba no Canadá,
tendo depois desenvolvido o actual 2019–nCoV no seu primeiro laboratório de
biossegurança nacional de nível 4 localizado na cidade de Whuan; informações
provenientes de Índia - que também é parte interessada – revelaram que no ano
lectivo de 2017 – 2018, um investigador destas matérias, chinês, viajou pelo
menos cinco vezes, desta Universidade do Canadá, directamente para o
Laboratório Nacional de Biossegurança de Whuan; aí se iniciou o primeiro foco
de contágio, já em finais de 2019, da actual pandemia mundial. As várias ocorrências
de roubos e desaparecimento de amostras de vírus mortais continuam ao longo dos
tempos; já em Maio de 2014 relatei o desaparecimento de SARS-CoV a partir de um
laboratório francês:
Os
factos estranhos relacionados com esta doença potencialmente mortal e altamente
contagiosa, coronavirús 2019–nCoV, para a qual ainda não existe cura nem modos
de combate específico, nem sequer prevenção por vacinação, são muitos e
variados; alguns:
-
os dados da virologia genética revelam que o genoma deste vírus tem património
genético comum ao coronavírus responsável por uma epidemia chinesa em 2002 cuja
mortalidade, em 10% dos doentes, ocorria na sequência de agravamento para síndrome
respiratória aguda grave (SARS-CoV), portanto, uma elevada taxa de letalidade;
porém, a contagiosidade ou transmissibilidade entre humanos, era baixa.
- tem também património genético comum ao
coronavírus causador de uma epidemia com início no Médio Oriente em 2012 cujo
agravamento clínico poderia evoluir para síndrome respiratória do Médio Oriente
por coronavírus (MERS-CoV); em 2014 surge MERS-CoV em vários países,
inclusivamente asiáticos, com elevada taxa de letalidade, em 238 doentes
morreram 92, porém, baixa contagiosidade entre humanos.
-
ambos os coronavírus: SARS-CoV e MERS-CoV, têm algum património genético comum
e correspondente à passagem do vírus pelo morcego.
-
desconhece-se o reservatório de ambos os vírus: SARS-CoV e MERS-CoV, podendo
localizar-se nos répteis ou nos morcegos; pensa-se que o MERS-CoV se transmitiu
ao homem a partir de vectores, eventualmente secundários, que teriam sido os
camelos e dromedários.
- o agente responsável pela actual pandemia
mundial a coronavírus, 2019-CoV, tem genoma comum a ambos os anteriores:
SARS-CoV e MERS-CoV, pensa-se que esta correspondência genética resultará da
anterior passagem viral pelo morcego.
- o Comité de Emergência da OMS reuniu no dia
22 de Janeiro de 2020 para tomar a decisão de emergência mundial em relação ao surto epidémico de infecção pelo coronavírus com origem na
China; a OMS, não apenas adiou a decisão – provavelmente na tentativa de obter
acordo político da China com outros estados poderosos – como estranhamente,
acabou por abandonar a decisão de emergência mundial; não determinou qualquer
tipo restrições à entrada e saída de pessoas na China; escudou-se no desacordo
dos pareceres técnicos.
- acontece que
as evidências técnicas dos dados que eram transmitidos pelos meios de
comunicação social apontavam para fortes evidências de emergência mundial.
- estranhamente
também, quando passado 3 dias, já no dia 25 de Janeiro de 2020 anunciou a
decisão de contrariar a emergência mundial, pois, imediatamente, nesse mesmo
dia 25 de Janeiro, os vários departamentos governamentais dos países do mundo
publicaram nos seus respectivos órgãos oficiais, as normas de orientação
técnica, dirigidas a todos os profissionais de saúde, sobre a actuação
comportamental nesta fase de contenção da infecção pelo novo coronavírus
(2019-nCoV).
- estranha
decisão da OMS, estranha contrariação desta decisão pelos departamentos governamentais,
estranha publicação imediatamente no dia da decisão da OMS, estanho conteúdo
das publicações de contenção virai pelos órgãos governamentais – pois é igual
em todos os países do mundo e publicada em simultâneo no momento seguinte à
decisão da OMS – estranhamente, todos os países afirmam que não correm risco de
contágio e disseminação mas todos tomam fortes medidas de contenção.
- qualquer médico com conhecimentos em epidemiologia
sabe que as medidas de contenção internacional de uma infecção cuja transmissão
entre humanos se faz pelas vias respiratórias começa com restrições
internacionais às entradas e saídas de pessoas, por avião, do respectivo país a
que se pretende confinar essa epidemia; as restrições a viagens internacionais
por avião, de e para a China deveriam ter sido as primeiras e imediatas medidas
que o comité de peritos de OMS deveria ter tomado no cumprimento do Regulamento
Sanitário Internacional. Medidas como restrições internacionais a viagens
marítimas são utilizadas quando a infecção se transmite e propaga pela via
fecal – oral como, por exemplo, as transmitidas por ratos ou fezes de gaivotas
ou outras aves marítimas e das orlas costeiras.
- o Centro Europeu para Prevenção e Controle
das Doenças (ECDC) negava categoricamente a possibilidade de ocorrência e
disseminação contagiosa do coronavírus nos países da Europa – os dados
transmitidos pelos meios de comunicação social são exactamente opostos e
assustadores – quem estará a mentir? – será que vale tudo? – mentir para evitar
o pânico no mundo? – mentir para ganhar audiências?
- uma guerra mundial de carácter biológico é
muito conveniente: permite causar baixas ao inimigo dizimando-lhe a população;
sendo silenciosa permite as mais tenazes manipulações mentais, …
-
um vírus como o actual coronavírus, 2019-nCoV, com elevada
contagiosidade e transmissibilidade entre humanos mas com relativamente baixa
mortalidade e letalidade que actualmente parece ser de aproximadamente 2,6% com
tendência a descer no decurso da pandemia, torna-se uma arma biológica perfeita,
com as características ideais para matar uma parte da população humana,
debilitar muitos, causar o pânico social e a respectiva desestruturação
caótica.
A modelagem matemática aplicada a estas situações
infecciosas de transmissibilidade e contagiosidade humanas tem sido, predominantemente,
representada através de curvas sigmóides, designadamente a curva de Gompertz; os
resultados previsionais dos modelos, em confrontação com a realidade prática
experimentada, têm sido aproximados porém, a função de Patrício Leite: n! = Σnk=0(nk)(-1)k(n+z-k)n também revela que algumas das suas muitas curvas de
representação gráfica têm forma sigmóide permitindo, por conseguinte, cálculos previsionais,
por modelagem matemática, em algumas situações infecciosas;
na actual pandemia por coronavírus, 2019-nCoV, em rápido crescimento e disseminação mundial acelerada
por focos dispersos, a curva de representação gáfica parece assumir uma forma sigmoide
diferente, mais em conformidade com o desenvolvimento criativo da função de Patrício Leite: n! = Σnk=0(nk)(-1)k(n+z-k)n ao longo dos últimos 15 meses, cujo trabalho mental tem sido intensíssimo,
por vezes mais de 12 horas diárias; os resultados, actualmente com mais de 200
páginas já escritas, ainda não estão concluídos nem publicados; porém, os dados
que têm sido revelados pelas fontes oficiais e pelos meios de comunicação
social, parecem esboçar, nesta pandemia por coronavírus, 2019-nCoV, a necessidade de uma modelagem matemática previsional
compatível com a curva seguinte
obtida pelo trabalho mental dos últimos 15 meses
e ainda não publicado mas que já permitiu novas criações a partir da função inicial
de Patrício Leite: n!
= Σnk=0(nk)(-1)k(n+z-k)n
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de Janeiro de 2020


